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terça-feira, 18 de outubro de 2016

O terror de uma composição egoísta

O terror de uma composição egoísta.

Esse é um problema recorrente que, se você não enfrentou, vai enfrentar em qualquer época da vida, basta decidir quando se aventurar num jogo online que dependa de times.

Já tive a oportunidade de jogar duas dezenas de jogos online, pouco perto da quantidade disponível atualmente, mas o bastante pra presenciar problemas graves com esse tipo de comportamento. E, sinceramente, cheguei num ponto de ser banido por dar rage em atitudes como essa - não que um erro justifique o outro, longe disso. O exemplo clássico vem fresquinho dos mobas: duas equipes compostas por cinco jogadores que PRECISAM ter presença na maior parte do mapa se quiserem ter alguma chance de vitória. Mas sempre tem aquele um.

Sim, aquele um que simplesmente vai ignorar pedidos simpáticos e sinceros (O terror de uma composição egoísta.
Esse é um problema recorrente que, se você não enfrentou, vai enfrentar em qualquer época da vida, basta decidir quando se aventurar num jogo online que dependa de times.
Já tive a oportunidade de jogar duas dezenas de jogos online, pouco perto da quantidade disponível atualmente, mas o bastante pra presenciar problemas graves com esse tipo de comportamento. E, sinceramente, cheguei num ponto de ser banido por dar rage em atitudes como essa - não que um erro justifique o outro, longe disso. O exemplo clássico vem fresquinho dos mobas: duas equipes compostas por cinco jogadores que PRECISAM ter presença na maior parte do mapa se quiserem ter alguma chance de vitória. Mas sempre tem aquele um.

Sim, aquele um que simplesmente vai ignorar pedidos simpáticos e sinceros (e muitas vezes embasados, de fato) de companheiros de equipe, que vão ignorar indícios de insucesso claros se compararem a composição e escolha de heróis inimigos e que, se preciso, vão criar uma guerra dentro do time antes mesmo da partida começar, usando frases típicas como “jogue o seu jogo”.
Eu acredito piamente que existam alguns grandes motivos pra esse tipo de comportamento, um deles com certeza vem da educação em casa/sala de aula, o problema de se trabalhar em grupo e se alcançar um objetivo, um bem comum e maior para todos. Algo que substitua o prazer de fazer o que você quer fazer.

Não estou pregando que você não deva jogar com o que gosta, com o personagem que domina, da forma que aprendeu, longe disso – estou implorando por bom senso.
Existe uma diferença esmagadora em ter bom senso e acreditar na sua habilidade individual, ou jogar para o time e, apenas acreditando na sua habilidade individual, escolher algo que só agrade e ajude a você enquanto o seu time é massacrado.
E eu, pensando nesse tipo de coisa, resolvi apostar em Overwatch. O jogo trás características únicas de fps e mobas, é incrivelmente dinâmico e tem personagens com impacto absurdo no jogo. Obviamente, por se tratar primariamente de um jogo de tiros e poderes à distância, não poderia ser diferente: uma mecânica boa é 60% Dio caminho andado para a vitória. Mas mesmo nesse novo mundo, coisas como picks egoístas continuam a fazer TODA  a diferença e definir partidas como ganhas ou perdidas.
Em meio a jogadores medianos, a habilidade é uma exceção, não uma regra. Por isso picks desleixados trazem tanto desgosto aos aliados.

E você, já enfrentou essa angústia em suas aventuras online? Compartilhe conosco sua experiência.



World of Final Fantasy Dungeon Demo - PS4



Ontem (18/10/16) a Square publicou a demo de World of Final Fantasy.  Assim que cheguei do trabalho, corri para baixá-la. Já havia visto algumas poucas screens do jogo, mas tirando alguns monstros marcantes, não havia conferido  o anúncio ou “revelação” da maioria deles.
O jogo também vai ganhar uma versão para PSVita, além de ser lançado para PS4. Mas chega de enrolação, vou direto ao que interessa.
Hoje tenho a intenção de ser objetivo nas coisas, por isso vou listar os temas principais.
Trilha sonora: Característica marcante em qualquer jogo da série Final Fantasy, sendo spin-off ou não, a pouca trilha sonora que nos é apresentada nessa curta demo é de padrão da série, bela, delicada e com a cara de Final Fantasy.
Gameplay: Ai entramos na zona de desconforto pra mim, um humilde dono de PS4, mas jogador assíduo de PSVita. Jogabilidade será extremamente delimitada em pequenos mapas, ou ao menos, é assim que acontece na demo. Isso provavelmente não será mudado, principalmente porque teremos uma versão para portátil, então não espere mapas gigantes ou muito abertos, mas se eles existirem, você dono de um PSVita vai provavelmente sofrer com queda de frames.
Visual: Infantil, BEM infantil, o que foi a proposta da empresa desde o anúncio do game, visuais “kawai desu”, mas contando com a possibilidade de usar os dois personagens principais na forma humana e não apenas na forma chibi como o restante dos personagens do game.
Sistema de batalha e configurações gerais: Ontem, quando vi uma screen da batalha, fui bem claro em dizer que o sistema era aparentemente bem simples e carregava características de jogos de portáteis. Isso se comprovou. Não que isso seja um defeito, até porque se levarmos o visual do jogo em conta, um menu de fácil entendimento permitiria até uma criança relativamente pequena de jogar sem grande dificuldade.

No jogo você será capaz de praticamente ser um treinador Pokémon, tendo a habilidade de capturar monstros com um cristal (ou algo muito parecido com isso) e usar esses mesmos monstros em batalhas ao seu lado, ou literalmente em cima de sua cabeça. Sim, parte do sistema de batalha se baseia em monstros agindo como um com os personagens principais e eles ficam literalmente empilhados nas cabeças deles, assim funcionando como apenas um personagem e agregando status e HP nessa nova “forma” de batalhar. Uma proposta bizarra e nada convencional. Isso tudo, além de contar com um sistema de upgrade de habilidades bem recorrente na série Final Fantasy.

Além desses monstros poderem lutar contando apenas uma unidade “fundidos” com seu personagem principal, eles também podem se dispersar, cada um carregando seus próprios status e  sua barra de HP menor, conseqüentemente. A partir dessa possibilidade de formar uma unidade “fundindo seus monstros” (empilhando-os na cabeça do personagem principal), podemos entender algumas possibilidades de estratégias básicas. Dispersar esse grupo e torná-los unidades independentes pode dar tempo ao restante do time para se recuperar ou preparar uma ofensiva melhor.
Além dessa bizarrice toda, os controles originais de batalha me lembram muito o sistema de Valkyrie Profile. Cada botão, uma ação. Simples, mas dinâmico o suficiente. E para aqueles jogadores clássicos como eu, um menu super simples, com todas as opções de ações, que pessoalmente me lembrou muito o menu de batalha do Final Fantasy 7.
Um botão de “acelerar” a batalha também existe. Para aqueles impacientes com as batalhas de turnos. E ai eu fiquei me perguntando “Quem diabos compraria um spin-off de Final Fantasy que não gosta de turnos?” Well, tem gosto pra tudo, doideras também.
Minha opinião geral: A demo não durou mais do que meia hora, apenas duas telas e um ””””””””””boss”””””””””””” no final, nada surpreendente, a não ser o pouquíssimo gameplay oferecido por ela. Depois de jogar essa versão do PS4, me convenci que, se for jogá-la, será no portátil morto pela Sony. Os controles, visual simples, sistema de batalha e mapas se saem melhores sob a ótica de um portátil.


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Apresentação... De novo



Apresentação.



Vou ser franco com você, eu odeio apresentações. E odeio mais ainda apresentações repetidas. Repetidas porque é a terceira vez que começo um blog carregando a mesma marca que criei para o meu canal no Youtube. 
Sendo assim, não quero falar muito da minha pessoa, a não ser o que tocar ao que pretendo com esse blog. Minha única meta é: Escrever sobre o que quero escrever, sem compromisso, sem esperar retorno e, principalmente, sem esperar ajuda de alguém. Digo isso porque das outras vezes esperei isso e muito mais, e quando você cria expectativas, mesmo que elas sejam condizentes com a realidade, quando elas se quebram, todo o resto desmorona. 

Eu tenho preguiça de escrever, uma preguiça crônica. Mas penso, penso tanto quanto você pensa o dia todo, só que em dobro. E tudo o que penso geralmente não vira nada, não toma forma, não é escrito, não é falado - e se é falado, é falado de uma maneira que não me agrada, no fundo. Então, por isso, eu PRECISO fazer uma força e manter esse espaço para escrever sobre o que gosto ou tenho em mente. 

Blog será focado no que me der na telha, menos política. Mentira, se um dia eu me julgar apto a falar de política para leitores, eu o farei com o maior prazer do mundo. Mas esse não é momento. 

Pretendo atualizar esse blog ao menos uma vez por semana. Não sei o que vai ser, quando vai ser (não vou controlar o espaçamento entre os posts tão bem), mas VAI SER. Preciso expressar-me e colocar no "papel" ideias, opiniões, achismos e qualquer outra coisa que paira na minha cabeça. 


Se você leu até aqui, meus parabéns. Você é tão desocupado quanto eu, mas meu sincero muito obrigado pela paciência.






Tutorial Instalação Henkaku







Explicação básicas sobre o Henkaku: 



O Henkaku te permite rodar homebrews (programas, por assim dizer) criados por outros jogadores. Ele também te permite acesso a emuladores, jogos antigos e aos famosos backups de jogos de Vita.


Obviamente não disponibilizarei nenhum tipo de link on conteúdo pirata nesse blog,  estou postando esse tutorial para que o Henkaku seja usado apenas para homebrews. As ilegalidades cometidas no seu aparelho são de sua responsabilidade.

- Abra o navegador do PSVita e insira o seguinte endereço: henkaku.xyz

- Ao acessar esse site do NAVEGADOR do Vita, logo na parte superior haverá um botão “install”, clique nele e aguarde o processo terminar.

- Pronto, seu Henkaku já foi instalado.

- Caso você desligue completamente o aparelho, deverá sempre acessar o mesmo site, porém não será preciso clicar em “install”, a tela ficará preta e o exploit se ativará sozinho.

- Se houverem erros no navegador, não se preocupe, isso é normal. Apenas reinicie ele e continue tentando.

Instalei o Henkaku, e agora?

Agora você está apto a instalar homebrews e temas em seu console, ou mesmo usá-lo para fins de pirataria, rodando seus jogos nativos.

O único formato que o Henkaku trabalha é o .VPK, portanto independente do que você vai instalar, o arquivo sempre será nesse formato. 


AVISO: Não nos responsabilizamos por eventuais danos ao seu aparelho, tudo que você faz é por sua conta e risco. Bem como o conteúdo que usa nele.